Psicoderme

Saturday, April 11, 2009

Eu, eu e mais eu


Faz um bom tempo que...
Não! Não comecarei este post discursando de quanto tempo faz que eu não escrevo, o quão bem escrever me faz e que isso deveria ser um hábito. Não vou e pronto, não adianta pedir.
Vou simplesmente começar a escrever.
Ponto final.

Há algum tempo tenho uma sensação estranha ao voltar pra casa.
Não sei exatamente o que é. Também não posso dizer "Nossa, faz tempo que não me sinto assim", pois não me lembro de ter me sentido dessa forma nenhuma vez antes.
As noites vêm me sendo cada vez menos amigáveis.

Que saco. Estou me podando. Estou pensando nas centenas de pessoas que podem ler isso (OH, como eu sou popular) e interpretar das milhares de diferentes formas possíveis. Não quero receber pseudo-influências.

As noites vêm sendo cada vez menos agradáveis. Tenho querido dormir cada vez menos. Talvez seja pra aproveitar coisas gostosa, tais como uma simples presença.
A saudade é algo muito delicado.
Aliás, a saudade é um sentimento muito perigoso: é capaz de mudar muitas coisas nas nossas cabeças. Bom, me desculpe caso tenha te incluido nessa sem permissão prévia, caro leitor. Talvez não mude na sua, mas estou bastante ciente de que na minha ela não funciona de uma maneira muito elegante.

Já é a quarta ou quinta vez que volto da casa dela (ou de simplesmente estar com ela) e fico com essa sensação estranha.
Muito estranha.
E agora, mesmo os meus olhos estando cansados, as minhas costas doendo, minha cabeça pedindo descanso, eu não quero dormir.
Estou pensando em terminar de escrever, voltar para o meu quarto e começar a ler.
Acho que eu sou muito "eager to please". Deve ser isso.
Não gosto muito de ser assim.
Acho que me coloco abaixo das coisas. Dos outros.
Eu não posso ser assim.
Não posso deixar as coisas serem assim.

É que é mais fácil.
É muito mais bonito.
Lavo louça, carrego as malas, mando os trabalhos, faço elogios, ajudo, ajudo e ajudo.

Não tenho certeza se o que recebo em troca vale a pena.
Quer saber?
Acho que não faz muita diferença.
Provavelmente vou continuar sendo assim.
Eu me conformo com a situação. Como eu falei: é mais fácil.
Requer muito ser egoísta.

-Phil, existe o egoísmo bom.
-Eu sei. Mas olha só, além de tudo, estou escrevendo um texto de como eu sou altruísta. Não é bonito?

Tenham pena de mim!
Tenham dó de mim!
Sintam compaixão por mim!

Pensei em uma possibilidade hoje.
Na verdade eu sou muito mais egoísta do que eu me mostro. MUITO mais.
A diferença está em como eu demonstro esse egoísmo.
Quando desejam algo, os outros egoístas pedem, mandam ou simplesmente correm atrás.
Eu não. Eu faço o caminho inverso: eu dou. É um altruísmo às avessas.
Everything that goes around comes around.
O.K., so lets get a whole bunch of shit going around, then!

Acho que é aí onde mora a minha escuridão.
Não sei nem definir o que é.
Mas esse é um dos meus defeitos.

Outra questão muito interessante é o quão egocêntrico eu consigo ser também.
Olha só, no meu próprio blog estou escrevendo um texto inteiro sobre MIM MESMO! É o cúmulo!
Enfim, não era esse o exemplo que eu queria dar.
A questão é que eu fiquei grande parte das minhas férias do começo deste ano prestando atenção e refletindo sobre como as pessoas não dão o mínimo valor nem e nem ligam para seus interlocutores.
Comecei a reparar nas conversas daqueles que estavam próximos a mim e consegui perceber nitidamente que a enorme maioria das pessoas estão somente esperando o outro terminar de falar para introduzir o seu PRÓPRIO tema. Bom, não é tão mal assim - as pessoas podem até continuar no mesmo assunto, mas o que mais importa é dar a sua opinião; depois de expimí-la, o assunto vira tão interessante quanto a lata de lixo na sala ao lado (assumindo que você não é um lixólogo ou alguém que tenha fetiche por esse tipo de coisa).
As pessoas não têm sensibilidade!!!!
É IMPRESSIONANTE!!!

Sabe o que é pior?
Quando voltei para a minha vida de São Paulo, comecei a perceber que 99% das vezes que eu abro a boca é pra fazer exatamente o que eu tanto odeio que os outros façam - fazer auto-referências, contar minhas experiências pessoais e FODA-SE O RESTO!!!!

COMO QUE ISSO FOI ACONTECER?

Sabe o que é escroto também?
Estar no meio de uma conversa com alguém e ter duas coisas na cabeça:
1) A vontade de exprimir essa minha experiência e/ou opinião do tema (lado egocêntrico);
2) A plena noção da falta de sensibilidade que é interromper o assunto simplesmente para adicionar praticamente NADA à conversa.

Honestamente, me sinto um pedaço de cocô ambulante quando percebo essas coisas.
Quer saber de uma coisa? Tenho percebido isso cada vez mais.

Já que é hora de falar mal de mim mesmo no meu próprio blog ultra egocêntrico, então vamos lá, é pra arrebentar a boca do balão e fazer do jeito certo.

Outra coisa que tem me irritado no meu jeito de ser é a minha aparente dúvida de tudo que os outros dizem.
Exemplos:

A.
-Nossa Phil, saí com uma mina linda ontem!
-Jura?

B.
-Phil, minha mãe não tá se sentindo bem.
-É mesmo?

C.
-Phil, são sete e meia da noite.
-Ah, você tá brincando?

D.
-Phil. Tem um negócio no seu dente.
-Sério?

AAAAAAARGGGHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!

CARALHO, odeio isso.
O pior é que eu não duvido dos outros - é só uma expressão idiomática (bonito, né?)! É como se fosse simplesmente um "Nossa!", mas com um ponto de exclamação um pouco mais curvo. Só!

Acho que eu guardo muita coisa.
Isso é parte do egoísmo: MEUS pensamentos, MEUS sentimentos, MEUS MEUS MEUS!!!

Esse mundo deveria ser menos claustrofóbico (tenho usado muito essa expressão recentemente). Estamos (eu, pelo menos) em um lugar cercado pela corrupção e pela burocracia onde pessoas boas, que simplesmente querem fazer do mundo um lugar melhor, não possuem espaço!

O futuro me assusta.
Mas vai além da claustrofobia da situação paulistano-brasileira (como se houvesse alguma outra forma paulistana a não ser a brasileira).

Hoje assisti, dentre outros, "A primeira noite de um homem", com o Dustin Hoffman. É um ótimo filme. Não vou descrevê-lo agora, estou com preguiça (ai, que saudades do trema). Se quiser vá ao IMDB e descobre. Se chama "The Graduate" em inglês - apesar de não ter muito sentido, é muito mais apropriado do que o título em português.
Voltando ao filme: muitas vezes fiquei com raiva do personagem principal por ser do jeito que é.
Eu me enxerguei naquele filme.
E me dava raiva.
Pra falar a verdade não sei se era raiva ou tristeza.
Só sei que não era gostoso.
Mas o filme é sensacional, recomendo com dois dedões pra cima (nossa, essa expressão realmente fica uma bosta em português)!

Pois é, continuo estranho.
Acho que tem algo a ver com ela.
Juro que não consigo entender essa sensação.
É, tem a ver com ela sim.
Acho que vou ficar mais uma noite sem entender muito bem. Na verdade not at all.
Pena que não tem escola pra isso.
Quem sabe se eu soubesse pintar, dançar, cantar. Talvez aí eu poderia exprimir tudo que eu sinto. Mas infelizmente eu não pinto, eu não danço e não canto - juro que não é por falta de tentativa.

Apesar da língua ser uma das ferramentas essenciais para o funcionamento do homem, acredito que ela o deixe viciado demais, limitado demais.
Os diálogos deveriam ser sinestésicos!
Conversas com cheiros, músicas, imagens, gostos e gestos além de só palavras.
Uma população totalmente sinestésica!
Chorar seria azul.
Os nomes teriam gosto de ketchup ou de salsinha.
Uma música teria cara de lobo.
E uma xícara de chá seria uma sinfonia inteira.

Boa noite e até a próxima.
Um enorme beijo,

Phil


Imagem de silviothemilvio
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Wednesday, October 01, 2008

Please, let me wash them


Acho que estou em uma das piores rotinas que eu já tive até hoje...
Acordo às 5h30 da manhã mais ou menos pra dar comida e remédios pra Candy (minha cã), tomo banho, café da manhã e vou pra faculdade. Tenho aula até as 16h40. Aí, volto pra casa correndo, dou mais comida e remédios pra Candy, volto pra faculdade e entro no ensaio do teatro que vai das 18h até 23h. Aí chego em casa lá pelas 23h30, janto enquanto tento descansar um pouco (isso se eu não janto estudando japonês) e depois subo para o micro pra fazer as várias tarefaz/pendências do dia.
Nessa história toda, não dá pra ir dormir antes das 1h30 da manhã.
Sério, tá muito foda.
Tá MUITO foda.
E tem estréia da peça semana que vem.

AAAAAAAAAARGHHHHHHHH...

Desejo descansar... Desejo respirar calmamente de novo...

Boa noite, seres humanos.


Imagem de the roadiegirl
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Sunday, September 28, 2008

Quanto tempo!


Finalmente consigo achar um tempinho para sentar e escrever. Na verdade, o que está tão difícil não é só achar tempo livre - tá bem complicado encontrar momentos em que eu esteja disposto a gastar umas duas horas sentado escrevendo.
Realmente estou com saudades da época em que eu escrevia todo santo dia... Acho que esse hábito era extremamente saudável. Mas me gastava muito tempo e hoje não posso gastar nem um segundo sequer.
Está impressionante, eu acho que eu não tenho parado durante esses últimos tempos. SEMPRE tem alguma coisa me martelando dentro da cabeça, sempre tem algum compromisso, alguma tarefa, alguma pendência...
Sério, eu sei que eu gosto pra caramba desse ritmo acelerado e tudo mais, mas essas duas últimas semanas têm sido BEM pesadas. Ainda mais que os meus dois últimos fins de semana (incluindo esse agora) foram usados para ensaio da minha peça de teatro. E FODA-SE, falei "minha peça" mesmo. Não, eu não escrevi, não eu não idealizei, mas foda-se. Chamo-a de minha e acabou.
Tenho muitas coisas a descobrir ainda. Tenho quilômetros a andar nos sapatos de Stanley e de Blanche.
Mas acho que isso fica pra outra hora. Na verdade, fica para aqueles que conseguirem ir assistir a peça: a estréia será dia 8 de Outubro. FALTAM DEZ DIAS, CACETE!!!
Mas têm outras coisas...
Existem outras coisas dentro de mim que têm se remexido nessas últimas semanas... Coisas que nem consigo definir exatamente, mas sei em qual direção elas me apontam: o oriente.
Desde criança sentia uma grande admiração e uma curiosidade profundidíssima em relação ao Japão. Durante o colegial, estudei a língua japonesa na Aliança Cultural Brasil Japão, mas parei com a desculpa de que eu precisava focar meus estudos no vestibular - grande mentira, acho que na época eu simplesmente não estava conseguido me dedicar quanto as aulas requeriam e eu acabei ficando pra trás, tanto é que repeti um dos módulos.
Retomei as aulas de japonês no meu segundo semestre na faculdade, mas fiz só por um semeste. Dessa vez parei por que eu estava REALMENTE com medo da interferência entre o japonês e a própria faculdade, pois no fim desse tal semestre acabei ficando com DP em METADE das matérias que eu estava cursando. Claro que havia outros fatores: eu não fazia atividade extra nenhuma antes e naquele semestre entrei no teatro (GTP), comecei a dar aulas de inglês no CCAA, comecei a dar aulas de biologia pra uma amiga, entrei pro curso de japonês e entrei na Rateria - isso pra não mencionar que era um dos semestres mais escrotos do curso de Engenharia. Agora junta todas essas coisas com alguém que não sabia organizar o próprio tempo.
Deu no que deu.
Hoje, ainda bem, eu já sei administrar as coisas. Pelo menos um pouco.
Estou com vontade de mudar de assunto. Quem sabe depois eu volte. Foda-se.
Voltei.
Acho que na verdade o que eu quero fazer é só sumir. Estar numa situação completamente oposta. Distante.
Tenho impressão de que isso vai me ajudar a crescer. Ficar fora do conforto, longe do conhecido.
E também, quase todo mundo já foi ou tá indo. Não posso perder a minha chance também.

Pois é, eu sou sensível. Mais sensível do que a média, entendo isso perfeitamente. Mas o que me entristece é eu perceber que estou endurecendo. Acho que estou perdendo um lado emotivo meu. Não gosto nem um pouco disso. Nem um pouco.
Acho que estou caindo demais no vulgar.
Acho que essa minha rotina absurdamente atarefada e regrada tem me retirado essa liberdade sensível-artística. Um simples exemplo é o que eu disse aqui nesse mesmo posto mais cedo: perdi o hábito de escrever com freqüência!

Sei que isso vai parecer estranho, mas tenho me sentido muito sozinho.
Tenho sempre várias pessoas ao meu redor - não são pessoas que me faltam. É algo diferente. Simplesmente falta algo. Como agora, por exemplo.
Tá faltando.
Não sei o que fazer com essa sensação.
Às vezes só dá uma vontade absurda de ligar pras pessoas pra ouvir elas falarem. Ouvir que tem alguém com saudades. Ou talvez encontrar com alguém e sentir aquele abraço de "Nossa, quanto tempo!"
Como agora, por exemplo.
É foda. Da minha família direta, tem gente no Brasil (Pai), na Suíça (Mãe), no Canadá (irmão mais velho) e na Hungria (irmão do meio). E eu estou correndo atrás de absolutamente TODAS as oportunidades para ir pro Japão.
"Nossa, que família internacional! Hahahaha."
Ha.
Não é tão engraçado. Nem tão divertido.
O foda não é só a minha família também. São as milhares de pessoas que entram e saem da minha vida (eu ia falar "da NOSSA vida", mas FODA-SE, aqui eu sou EGOCÊNTRICO E FALO DE MIM MESMO, caralho). Realmente odeio isso. Odeio esse ir e vir.
Chega. Chega das pessoas irem embora. JÁ DEU, PORRA.

Quer me fazer um favor? Mas um favorzão mesmo? Daqueles que eu não vou esquecer?
É simples: não some.

Tenho me sentido bastante sozinho.
Realmente é bem estranho.
Mas acho que agora não tenho tempo pra ficar gastando com esses sentimentos.
Tenho coisas pra fazer, lugares pra ir e papéis a preencher.

O que é que eu estou fazendo? Pra onde eu vou, heim?

Acho que algum dia eu descubro. Talvez.


Imagem de bratan
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Monday, August 11, 2008

Preguiça


Estou iniciando minha segunda semana de aula e já estou me sentindo inútil.
Não sei exatamente o que aconteceu entre esse semestre e o semestre passado, mas simplesmente não estou conseguindo achar ânimo pra fazer tantas coisas quanto eu fazia antes.
Sei lá, talvez eu tenha me desgastado demais semestre passado. Talvez eu tenha acumulado responsabilidades demais. Mas é impressionante, me parece que agora não consigo produzir mais NADA. Estou levemente preocupado. Mas como estamos no início das aulas, sinto que possa ser resquício daquela preguiça das férias. Não sei. Vamos ver como se desenrola essa semana.
Eu precisava organizar o meu tempo melhor. Precisava organizar os meus estudos melhor. Organizar o meu material: ainda tenho coisa do semestre passado na minha mala! Eu ainda não arrumei NADA... Preciso esvaziar meu fichário e aprontá-lo para o novo período.
Preciso fazer um montão de coisas...
Engenheiros Sem Fronteiras... Teatro... Encontro Nacional de Engenharia e Desenvolvimento Social... Estudar...
Mas pra falar a verdade, não tenho vontade de fazer praticamente NADA. O que eu REALMENTE tenho vontade de fazer é conversar e gastar tempo com os meus amigos.
Infelizmente isso não dá dinheiro e não propicia um futuro decente.
Infelizmente.

Três noites atrás sonhei que fui parado em uma blitz depois de sair de uma festa. Durante o teste do bafômetro eu apaguei e só encontrei meu carro no dia seguinte, parado no meio da rua com um relatório policial dizendo que o meu nível alcoólico estava acima do limite tolerável por lei, mas por muito pouco, e que portanto, nada iria acontecer comigo.
A pior parte foi acordar DE VERDADE depois desse sonho e ir pra festa de formatura dos meus amigos do Mackenzie.
Hahahahaha...
Não que a festa tenha sido ruim, nada disso. Só foi um bocado assustador, se é que me entendem.
Aliás, a festa foi excelente, diga-se de passagem.
As fotos estão todas na minha página do Picasa.

Sinto que quero falar tanta coisa, expor tantos sentimentos... Mas tá batendo uma pregui.....ça.....
Acho que vou parar por aqui mesmo.
Quero voltar a escrever com uma freqüência um pouco maior.
Quem sabe esse semestre não seja mais light que o passado e eu consiga fazer alguma coisa, hã?
Não seria bom?
Pois é, eu também acho. Viver é bem divertido.


Imagem de Half Pinay - Laretta Houston
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Wednesday, July 02, 2008

One more


Mais um dia de pouco sono.
Mais um dia de prova.
Mais um dia de alimentação corrida.
Mais um dia cansado.
Mais um dia reclamando dos dias passados e dos que estão por vir.
Mais um dia de tchaus.
Mais um dia.
Mais um.
Mais.

Estou precisando de um descanso.
Frente essa necessidade de descanso, o que é que eu faço? Deito? Durmo? Nãããão... Venho aqui pro micro pra verificar e-mail importantíssimos e escrever no blog.

Fiquei sabendo hoje de mais um que vai. Não é pra longe, mas é mais longe do que eu gostaria.
Mais um.

As férias estão chegando. E estou com um pouco de medo.
Percebi que me ocupei tanto durante o semestre que não estou acostumado a ter tempo livre. Estou realmente preocupado de como meu corpo e mente reagirão frente a duas semanas (quiçá três!) de descanso.
Não sei se quero fazer curso de férias nem nada. Quero descansar.
Quero poder dormir à 1h da manhã, acordar às 13h e falar: "Hoje é dia de fazer nada!"
O meu grande problema será quando essa fase de desentoxicação passar e eu realmente QUISER fazer alguma coisa, mas não saber o que essa coisa é.
Quero rever as pessoas que não vejo faz tempo.
Caralho, viu, tem muita gente que eu não vejo há muito tempo. O La Laina, o Pedé, o Pedro e o Manji e tal é uma galera que não vejo há mais de um mês, pelo menos.

Percebi hoje que eu tenho um enorme carinho por algumas pessoas. Na verdade, hoje foi realçado, pois eu já sabia da existência dele.

Hoje eu não estive bem.
Muita coisa pra fazer. Muita prova. Muito estudo. Pouco sono.
Muito tudo, pouco nada.

Preciso estudar mais ainda hoje. Vou sair daqui do blog.
Beijos e abraços,

Phil


Imagem de sapaho
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