
Snif, snif.... Pois é gente... Mais uma vez, comprovando o fato de que perdemos as coisas que mais adoramos, eu tive que DEVOLVER a coitada da Squishy, pois parecia ter um defeito.....
BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA....
E... O mais triste foi quando recebi uma câmera nova (modelo um pouco novo e sei lá o quê, MAS NÃO É MINHA SQUISHY) EU VI QUE ELA FAZIA EXATAMENTE O MESMO BARULHOOOOOO..... I SENT HER TO HER OWN GRAVE FOR NOTHING!!!!
OH MY GOD, FORGIVE ME!!!!!
Saco... Eu adorei tanto a Squishy.... Cocô de câmera nova... Hmph... Num é a minha Squishy.... Mas vou tentar amá-la do mesmo jeito... Vou até chamá-la de Squishy 2! WEEEE!!!!
Bom, vamos ver... Quem sabe.... NÃO! A SQUISHY NUNCA SERÁ SUBSTITUÍVEL! NUNCA!
Isso me faz pensar um pouquinho nas pessoas...
Várias vezes nós tentamos substituir aqueles que nos deixaram (ou que nós mesmos deixamos)... Seja por saudades, seja por necessidade profissional, ou qualquer outra coisa (por favor notem que não consegui pensar em mais nenhuma razão, hihihi), sempre acabamos tentando subtituir alguém...
E é tão ridículo, pois nós NUNCA conseguiremos... Por menor significado que a pessoa possa ter tido, nunca conseguiremos substituir ninguém... Não conseguiremos aquele olhar especial de novo... Não conseguiremos aquela lista super-eficiente e personalizada de novo do mesmo jeitinho de antes...
Nunca nada será como antes...
E isso me deixa um pouco feliz, pois posso saber que vou fazer falta pra alguém... Na verdade não pra alguém, mas pra várias pessoas, pois também estou no meio das vidas de inúmeras pessoas...
Mas ao mesmo tempo que fico contente, entristeço-me ao ler a frase "Nunca nada será como antes". Isso é meio pesado.
Que merda, heim?
QUE MERDA!!!!!!
Por que que as coisas não podem ser que nem antes? Por quê?
Não... Elas nunca serão...
MAS POR QUE, PORRA?!??!
Porque é assim que as coisas são... O tempo passa... Pessoas mudam... Pessoas entram e saem... É assim e pronto...
Não tenho tanta certeza se queria que as pessoas mudassem... Sim, que elas mudasses e se tornassem pessoas melhores, claro, sem problema... Mas que isso não influenciasse meu relacionamento com elas...
Não sei... Tenho sentido as pessoas ao meu redor mudarem um pouco... E a única mudança perceptível a mim é na própria relação mesmo... Que merda...
Também um grande peso nisso tudo é o fato de eu estar longe de VÁRIAS pessoas com quem eu mantinha uma relação quase de every-day basis....
Queria que várias coisas voltassem a ser como antes...
Queria poder não precisar estudar pra passar de ano...
Queria poder ver meus amigos da segunda série todos os dias de novo...
Queria poder ouvir as histórias do meu avô...
Queria que meus irmãos morassem em casa comigo...
Queria ter certeza da minha escolha de faculdade...
Queria poder ver aquele brilho de indecisão nos olhos dela...
Queria sentir os carinhos que uma vez já senti...
Queria estudar de novo com o Gabiel, La Laina, Mellone, Guizão, Tavares, Alvinho, Tobias....
Mas nada será como antes...
Caralho, que saudades do pessoal do colégio... Hehehe, eu lembo daquele vídeo que gravamos enquanto fazíamos Corpo-do-Peso no Mellone... Meu Deus... Que época foda...
Quem quiser o vídeo (sério, vale muito a pena... são só cinco segundos de vídeo), basta clicar
aqui - eu sou o de blusa azul, o de camiseta branca é o Tobias, o coitado sendo prensado é o Mellone e quem aparece do nada é o Guizão.
Como a escola foi um lugar fantástico.... Pessoas excelentes perto de mim o tempo todo...
Claro que quando olhamos pro passado ele sempre parece mais dourado e brilhante do que realmente foi (lendo o que acabei de escrever sinto um pesar forte... Será que aquele dia foi tão especial assim? Porra, pra mim foi... Mais do que especial... Morango... Hihihihi...), mas eu posso afirmar que no mínimo "Bom" eu sei que foi....
Mas, de novo, nada será como antes...
QUE BOSTA ISSO!!!! Porra, parece uma prisão...
Se bem que tem o lado bom disso tudo...
E, Phil, você sabe qual de mudanças eu estou falando... Nada será como antes, que bom...
Sim, às vezes converso comigo mesmo... E tenho feito isso cada vez mais, na verdade... Hoje eu estava andando pela rua, passeando pela cidade (cidade essa na qual parece não existir UMA pessoa que fale português... E quando fala, é português de Portugal...) enquanto me mostrava isso ou aquilo, ria sozinho e falava, por exemplo "-Não... Cê tá brincando, né? Ah, pô, que merda, eu ACABEI de passar por aqui... Como que eu to perdido? Me fala, COMO? Sério, você não pode confiar nos seus instintos geográficos, simplesmente não pode...", entre outros monólogos... E sim, às vezes me respondo, então é um diálogo monologamente induzido...
Fiquei puto comigo mesmo uns dois ou três dias atrás. Eu estava tentando ler o "Memórias do Subsolo" do Dostoiévski e não conseguia!! Sério, eu lia um parágrafo e voltava e relia e só na terceira vez que eu conseguia entender... QUE PORRA!!! Sério, estou ficando MUITO puto comigo... Não consigo me concentrar direito... E, CARALHO, que jeito complicado de escrever... PORRA, queria poder ler aquilo facilmente... Já ouvi falar tanto do Dostoiévski... Mas acho que o "Memórias do Subsolo" como primeira leitura não é exatamente a melhor opção... Tão cheio de vírgulas, cortes e ARGHHH.... Porra, tem frases de dez linhas naquilo!! CARALHO... Sério, fiquei frustrado demais comigo nesse dia... Mas eu peguei o "Crime e Castigo" e li a primeira página e parece ser bem mais tranqüilo... Acho que vou começar então por esse segundo... Mas mais tarde quando estiver já calmo... E depois, também, de ler o "Slaughterhouse Five" do Kurt Vonnuget, indicação absurdamente forte feita pelo Leo, meu irmão.
Hmmmm.... Eu quero fazer uma sessão diário hoje?
Nah...
Vamos pular logo pra parte dos sonhos, vai... É a melhor parte do blog mesmo (eu acho)....
E lá vamos nós!
-Noite entre 31 de Dezembro e 1 de Janeiro, Domingo e Segunda-feira: Eu estava hospedado em um hotel. Eu acho que só tinha uma mala. O quarto era maravilhoso! Pra chegar nele, eu só tinha que subir um lance de escadas (partindo da recepção) e ir até o final do corredor da esquerda. O andar do meu quarto era uma sala aberta enorme com um FURO no meio! Imagine só: uma sala bem grande, sendo que nas paredes existem as saídas pros quartos individuais. E a parte do meio do quarto não tem chão, é só uma vista pro andar de baixo. Nossa, muito louco o hotel. Lembro de ter visto o Magenta (da Rateria) lá.
Não consigo lembrar de muito do que aconteceu enquanto eu estava no hotel, mas lembro de que na hora de ir embora eu precisava pagar R$80,00 e eu não tinha quase NADA na carteira. E tinha mais: se eu não pagasse, o pessoal não me devolveria o meu passaporte! E o meu avião estava quase partindo! Achei, então, uma nota de cinqüenta reais na carteira e algumas notas de um. Comecei a achar figurinhas de futebol na minha carteira, que aparentemente valiam um real cada uma. Fui procurando mais e mais e foi brotando mais e mais dinheiro na minha carteira! Foi absurdo! Dei todo o dinheiro necessário pra mulher que estava na recepção (recepção essa que estava CHEIA de gente querendo ir embora), guardei o resto do BOLO de dinheiro na pochete e saí correndo em direção ao aeroporto. Parei no meio do caminho quando reparei que não tinha levado minha mala. Voltei correndo, subi as escadas, abria a porta do meu quarto e achei minha mala no meio do quarto, praticamente como se estivesse me esperando mesmo. Mas havia algo de estranho no quarto. Não sabia dizer o que era, mas DEFINITIVAMENTE estava estranho. Saí mais uma vez do quarto e fui em direção ao aeroporto. Lembro a cena de eu andando pelo corredor do aeroporto com uma mala vermelha e preta nas costas (a visão não era minha - alguém que me via de costas) com as paredes de vidro aos meus lados.
-Noite entre 01 e 02 de Janeiro, Segunda e Terça-feira: Eu estava dentro de um avião, recebendo aquelas instruções do tipo "Vista sua máscara primeiro antes de ajudar seus filhos, bla bla bla"... Já havia acontecido muita coisa, mas não consigo me lembrar direito.
Outra cena: eu estava na cama com a Peggy, mãe do seriado "Married with Children". Não haviamos transado nem nada. Beijei-a para mostrar que era o que eu queria fazer, ela gostou, mas por alguma razão ela teve que levantar, sair e se preocupar com os seus filhos (pois é, realmente não tenho sorte).
Outra cena: Eu estava na rua, andando com o meu irmão e a Vê e vi dois soldados com rifles nas mãos. O Luiz passou por eles fazendo gesto de bater continência. Eu, já tendo passado por lá uma vez antes, senti vergonha e fiz o gesto muito moderadamente, quase que nem fiz..
Outra cena: eu estava numa rua super inclinada com um amigo. Do nada, uns quatro caras BEM gordos (e sem camiseta - pareciam lutadores de sumô) começaram a subir a rampa correndo na nossa direção. Comecei a correr então em direção deles, escolhi um e fiquei "lutando" com ele - luta de sumô, que é basicamente empurra empurra. E EU GANHEI! Derribei-o no chão! Depois disso passou um caminhão por nós com duas pessoas atrás (acho que eram duas figuras religiosas, sendo que uma delas me lembrava demais de Jesus - até o nome parecia, mas não consigo me lembrar direito agora) pagando algum tipo de pecado: eles estavam num caixote cheio de merda e tinham que ficar lá, sem camiseta e quase sem roupas, naquele lugar cheio de pedaços de merda. E COMENDO A MERDA.
Outra cena: eu estava no estacionamento de um prédio (que mais tarde descobri ser aquele onde a Elisa morava) conversando com algumas pessoas. Acho que o meu amigo da rampa estava lá. Eu encontrei em algum canto um Memory Stick PRO Duo de 1 Gb e pensei "Eita! Vou pegar isso pra mim!", mas infelizmente, a consciência pesou e fui perguntar pra Elisa se era da família dela. E ela disse que sim. Entrei no apartamento dela depois pra guardar o Memory Stick e aproveitei e fui escovar os dentes. No caminho pro banheiro achei mais um Memory Stick de 1 Gb jogado no chão. Pensei "Nossa, que desperdício..." e continuei a caminhada pro banheiro. Lá chegando, não consegui encontrar minha escova que eu sabia que tinha deixado previamente (não na vida real, só no sonho mesmo). Concluí então que ela deveria tê-la jogado fora. Decidi então sair do banheiro, mas perto da saída (o banheiro já não era de tamanho comum - ele se transformou num banheiro enorme, estilo de clube) percebi que havia um computador. Resolvi entrar no GMail pra ver se tinha mensagens novas. Pois é, não tinha. E depois pra deslogar foi um PARTO porque a PORRA do micro era um cocô! E eu PRECISAVA fazer logoff pois não queria que ninguém (e nesse caso era um pouco mais específico que isso) tivesse acesso aos meus emails. Mas finalmente consegui fazer o logoff e deu tudo certo. E enquanto eu estava procurando os interruptores de luz (cuja operação não tinha lógica nenhuma) apareceu uma mulher que ficou conversando comigo. Acho que era uma mulher loira. Acho também que era, na verdade, uma das minhas professoras de inglês, a Dona Cláudia, mas posso estar errado. Finalmente consegui achar todas as luzes e saí do banheiro.
Outra cena: eu e mais dois rapazes fomos chamados pelo exército (ou polícia). Entramos numa sala de escola pra fazer a semi-entrevista. Escolhi a carteira mais estreita pra sentar. Acho que na minha carteira era toda rabiscada de desenhos, incluíndo alguns dos "Tartarugas Ninjas". Se não me engano o cara do exército começou a nos mostrar um vídeo. Não lembro de NADA do vídeo. Depois disso, eu e um dos rapazes da sala (aparentemente eu já conhecia os dois de antemão) saímos andando pelo prédio e ao passar por uma sala, o meu amigo vê um micro sem ninguém e decide sentar e usá-lo. Fiquei puto e abismado ao mesmo tempo."PORRA, cara, sai daí, caralho! A gente tá no meio do exército! Porra, você num sabe o que tá fazendo, sai daí, cara"... Eis que eu levanto a cabeça um pouquinho e vejo que tem gente por perto SIM. E todos estavam vendo o que o meu amigo fazia. Ele levantou todo sem graça no meio dos infinitos olhares de desaprovação e saímos do quarto.
Outra cena: eu encontrei com o Rafa do GTP! Depois de um mega-abraço semi-matador de saudades já comecei a escalá-lo e fazer como na nossa cena no "Exercícios de Ser"!!! Nossa.... Foi tão bom matar as saudades assim...
-Noite entre 04 e 05 de Janeiro, Quinta e Sexta-feira: Não lembro exatamente o que havia acontecido até esse momento, mas lembro de o Bernardinho (um cara com quem estudei na segunda, terceira e quarta série) estar totalmente bêbado. E como eu estava junto dele, acharam que eu estava bêbado também. A Isa nos levou a um lugar que tinham banheiros e chuveiros e tudo mais pra podermos acordar e "desembriagar", acho. Mas o lugar era muito assustador. Havia quatro corredores de banheiros, estilo clube, sendo que o último estava totalmente escuro e parecia estar quebrado. Na verdade tinha algo muito mais sombrio nesse quarto corredor, mas não consigo lembrar exatamente o que era. Todos os outros corredores eram escuros, mas esse último corredor era ESPECIALMENTE malévolo. Não consigo lembrar se tomei banho ou não.
Outra cena: eu andava pelos corredores do meu antigo colégio, Porto Seguro, e até entrei em um laboratório. Lembro que enquanto entrava conseguia ouvir o ensaio para comercial que o Costinha fez de sacanagem para a Loterj (quem não conhece o vídeo é só clicar
aqui). Entrei, dei uma olhadinha geral e saí pouco tempo depois. Saí por uma porta diferente daquela pela qual entrei e quando passei por essa que entrei vi meu pai e algum professor meu conversando (acho que era o Jacob de física, também do Porto). Comecei a passear então pelo Porto. Teve uma garota que estava brincando com alguma coisa que usava dados (e eu tinha um dado na mão, por coincidência) com os amigos dela. O dado dela saiu voando e veio pra perto de mim (não tão perto assim, mas mais perto do que do grupo dela). Peguei o dado, fui na direção dela e entreguei-o a ela. O dado que eu tinha nas mãos anteriormente era rosa e o da garota era branco. Enquanto eu andava pra lá e pra cá pelo Porto, vi a Carolina Stangenhaus (uma garota de quem eu gostava na escola) andando meio perdida vestida de camiseta branca e calcinha preta com caveirinhas. Ela estava chorando. Acredito que ela tinha se ferrado no amor. Não consigo lembrar direito, mas ela falou alguma coisa que me deu a entender isso. E eu sabia que esse amor dela a quem ela se referia era um cara BEM mais velho que ela (pra ser bem específico, era o Gnarls Barkley, o cara que canta a música "Crazy").
Outra cena: eu estava (eu, o Felipe MESMO, não estava lá, eu era só um observador) num estacionamento aberto. Acho que várias histórias foram contadas (essa parte tá bem nebulosa - não consigo lembrar de quase nada) e enquanto as histórias eram contadas, elas aconteciam de verdade ali do lado. Foi até contada uma história em que eu apareci quando era pequeno (com pouquinhos anos), mas só me dei conta que era eu no finalzinho da história. A história acabava com uma garota e mais vários meninos com as mãos dadas em uma corrente grande (talvez umas cinco ou seis crianças) que saíam correndo pra buscar algo que estava relativamente longe. Eu estava correndo para fazer parte do grupo, mas por alguma razão parei e comecei a chorar e voltar pro estacionamento, onde eu encontraria minha mãe (e acho que o meu pai também). E a menininha que estava na corrente até tentou me buscar, mas eu não queria - estava chorando e queria meus pais. Achei a minha mãe (e nessa hora eu estava na minha idade atual). Haviam várias latinhas de cerveja no carro dela, mas ela estava indignada pois ela não sabia de onde vinham. Andamos um pouco de carro e paramos na frente de duas mulheres. Minha mãe queria que eu perguntasse algo a elas relacionado à Rosansjele. Falei que eu não ia perguntar nada, briguei (meio que de brincadeira) com ela e continuamos andando.
Outra cena: eu estava subindo uma escada e pensava em como tenho falado palavrões demais. No topo da escada havia, na esquerda, uma porta que estava previamente trancada, mas que consegui abrir sem problemas quando eu subi.
Hmmmm... Três sonhos... Tá de bom tamanho, vai... Esse segundo sonho que tem aí tá bem gordinho... Consegui lembrar de várias coisas... Que bom... =]
Bom, minha gente... É isso aí...
Antes de encerrar o post, gostaria de pedir um minuto de silêncio pela Squishy.
E quem quiser assistir o tributo que gravei a ela, basta clicar
aqui.
Obrigado.
Boa noite. Abraços,
Phil
Imagem de mord
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