Psicoderme

Sunday, December 30, 2007

Quake 3


Aaaaaahhhhhhh.....
Much better....

Nada que uma horinha de Quake 3 não resolva...
Quake 3 Arena, I love you!


Imagem de id Software
Link: http://www.covertarget.com/si.php?cat=4&id=106029&sid=6675

Over


Lembra daquela história da raiva contida?
Hmmm...
Tá brotando de novo.
Não pelo motivo de antes não.
Só por puro estresse.
Estou com vontade de berrar até chorar.
CARAAAAAAALHO....

"What makes it so hard is not that you had it bad, but that you're that pissed that so many others had it good."

É isso? É esse o meu problema?
É inveja então?
Hmmm....
FODA-SE se é inveja ou não... Acho que na verdade estou usando uma fração de inveja que eu tenho pra canalizar toda a raiva que eu estou sentindo agora. Não posso estar tão puto assim por causa DISSO.

É, também tem frustração no meio.
E palavras engolidas também. Essa história de sempre ser forte é foda, viu?
Simplesmente não dá.
Consigo sentir o meu maxilar sempre tenso. Sempre forçando a mordida.

Quer saber?
Foda-se... Estou com vontade de enfiar a porra do teclado no meio dessa merda de monitor do caralho.
Sério, eu PRECISO aliviar essa raiva antes de ir dormir. Senão vou acabar dormindo só às 5h da matina.
Vou jogar alguma coisa no micro que eu SEI que mando bem.
Acho que não tem nada.
Estou muito frustrado.
Muito mesmo.
Boa noite.


Imagem de derDommy
Link: http://www.flickr.com/photos/21504650@N04/2142183275/

Friday, December 14, 2007

Azul


Realmente, esses últimos tempos têm me deixado com um remeximento interno bem grande. Mas hoje não está tão transtornado quanto da última vez que sentei pra escrever aqui. Pelo menos não por enquanto. Quem sabe isso não muda até o fim do post?
Enfim. Hoje foi o último dia de apresentação da peça "... e tudo se incendiou" com o Carlos presente. O que me é muito triste. Muito triste mesmo. Gostaria que ele conseguisse assistir a última apresentação da nossa peça. Trabalhamos juntos esse ano inteiro, crises existenciais do teatro e tudo mais. Realmente gostaria muito poder fazer essa última apresentação com ele presente. Hão, no entanto, as contingências, eu sei. Sempre tem.
Mas esse ano foi MUITO gostoso. Esse ano foi MUITO bom fazer o teatro que fiz, participar dos ensaios que participei, rir o tanto que ri cada dia.
Realmente, a cada peça que se faz ou em cada núcleo do GTP que se participe sempre há uma aproximação mais intensa com as pessoas do seu núcleo. E isso foi estranho nesse ano, pois eu já havia trabalhado com a maioria dos integrantes e eu já era bastante próximo dessas pessoas, mas rolou algo de diferente. Rolou um introsamento muito estranho e MUITO gostoso. Não era exatamente aquela coisa de chegar, abraçar as pessoas e chorar de emoção a cada ensaio (como foi muitas vezes no ano passado e que DE FATO era muito bom). Era algo mais.... Mais... Não sei. Gente que se gosta. Gente que se adora. Tá, vai, quase uma família (quero me dar um tiro no olho esquerdo por ser tão clichê, mas que se foda).
Foi muito, muito, MUITO bom participar dessa família. Desse processo todo. E realmente foi um caminho comprido pra chegar onde chegamos.
Acho que teve MUITO a sensação de família mesmo. O Gus era o irmão do meio (que acha que é o mais velho) que queria sempre ter razão e achar lógica nas coisas. O Gabs era o irmão mais velho ainda que tentava bater o martelo e se fazer de esperto. O Agê era aquele primo quieto estranho que ao iniciar uma conversa fazia a estranheza sumir. A Pri e a Sô eram as mães (ou tias). O Renan era aquele primo que só ri de tudo. Eu era o sobrinho pentelho que não perdia uma chance de fazer qualquer piada infame. O Deco era aquele primo com um leve retardo mental mas com um coração de ouro. E, por último, o Carlos era aquele tio que ficava no canto falando "Meu Deus, estamos todos perdidos..."
Meus pequenos Azuis, Smurfs, Honeyblues, Azuliformes. Muito obrigado por tudo esse ano. Sério mesmo. Vocês são todos DO CARALHO!
Muitíssimo obrigado por terem sido essas pessoas com as quais me relacionei de forma tão diferente.
O que eu faria de novo? O que eu faria de diferente?
Tudo. E nada.
Mais um último comentário.
Carlos, apesar de saber que você acredita que o trabalho todo é conjunto e todas essas coisas, eu gostaria de agradecê-lo profundamente por absolutamente tudo. Por absolutamente tudo. Sim, o trabalho é conjunto, sim o núcleo é cada um de seus integrantes, mas sem você isso tudo teria uma cara muito diferente.
Obrigado, Carlos, por ter me aberto esse outro mundo. Realmente espero poder trabalhar mais tempo com você. Esse ano foi especial.
E é muito verdade: a palavra "obrigado" não consegue embarcar de forma alguma o que eu sinto e o que gostaria dizer.
Sem mais comentários.
Só mais um vai...
Obrigado, gente. Vocês são muito fodas.
Milhões de abraços, beijos e tapas,

Phil, o sobrinho que não pára de fazer piadas infames (e nunca parará)


Imagem de Squidoo
Link: http://www.squidoo.com/Topazgems

Monday, December 10, 2007

Humor


Mais remeximentos internos...
Mais desconforto... Mais...
Mais vontade de fazer algo, mas falta de vontade de fazer tudo...
Acho que estou triste. Por que seria isso?
Não sei.
Acho que tem algo a ver com as férias. Com a falta daquela periodicidade que vejo as pessoas que normalmente vejo. Com a falta de necessisdade de acordar pra ir pra aula. Com a falta de necessisdade de estudar e aprender. É estranho.
Estou estranho.
Dois dias atrás, na Sexta-feira eu estava bem. Ao final da minha apresentação, comecei a piorar. E piorei.
Sim, tive momentos de melhora e tudo mais, mas em geral eu estava caindo.
Fui dormir às 8h da manhã. E acordei chorando três vezes durante o sono.
Estranho né? Acho que quis dizer alguma coisa.
Enfim, acordei às 15h e saí com o meu pai e a Lu pro Memorial da América Latina ouvir a Jazz Band Sinfônica.
Continuei estranho... Muito estranho.
Não conseguia pensar direito. Eu estava muito estranho.
Eu sentia vontade de chorar. E estava com saudades de alguma coisa.
Até que chegou um momento em que não consegui segurar e comecei a chorar nos braços da Lu.
E continuei chorando e chorando...
Sem razão aparente. Sem razão aparente alguma. E vinham ondas de intensidade no choro.
Eu sentia que o meu corpo precisava chorar. Senti que minha alma precisava daquele descarrego.
Chorei, chorei e chorei.
E de repente, passou.
A banda começou a tocar, eu ouvi, me senti bem, comemos pizza e fui dormir.
Simples assim.
Então tudo estava bem. Acordei hoje, Domingo, almocei com meu pai, assisti um filme à tarde com ele e com a Lu, levei-a pra casa e vim pro micro.
E agora eu estou estranho de novo.
MAS QUE MERDA DE HUMOR, puta que pariu.
Tá, realmente, ter variações de humor é bom, é um pouco gostoso, me dá a sensação de estar vivo, me lembra que eu sou eu, mas PUTA MERDA, não precisa ter intervalos tão curtos....
Sinto como se eu não quisesse dormir. E eu sei que o meu corpo necessita EXATAMENTE DISSO nesse momento.
MAS QUE MERDA.
Agora eu to quase chorando de novo.
Por que é que eu estou com saudades de pessoas PRÓXIMAS A MIM, CARALHO!?!?!?
Eu preciso dormir.
E vou fazer isso.
Boa noite.


Imagem de Tecno-Line
Link: http://www.tecno-line.com/etapa%20mono%2088.htm