Azul
Realmente, esses últimos tempos têm me deixado com um remeximento interno bem grande. Mas hoje não está tão transtornado quanto da última vez que sentei pra escrever aqui. Pelo menos não por enquanto. Quem sabe isso não muda até o fim do post?
Enfim. Hoje foi o último dia de apresentação da peça "... e tudo se incendiou" com o Carlos presente. O que me é muito triste. Muito triste mesmo. Gostaria que ele conseguisse assistir a última apresentação da nossa peça. Trabalhamos juntos esse ano inteiro, crises existenciais do teatro e tudo mais. Realmente gostaria muito poder fazer essa última apresentação com ele presente. Hão, no entanto, as contingências, eu sei. Sempre tem.
Mas esse ano foi MUITO gostoso. Esse ano foi MUITO bom fazer o teatro que fiz, participar dos ensaios que participei, rir o tanto que ri cada dia.
Realmente, a cada peça que se faz ou em cada núcleo do GTP que se participe sempre há uma aproximação mais intensa com as pessoas do seu núcleo. E isso foi estranho nesse ano, pois eu já havia trabalhado com a maioria dos integrantes e eu já era bastante próximo dessas pessoas, mas rolou algo de diferente. Rolou um introsamento muito estranho e MUITO gostoso. Não era exatamente aquela coisa de chegar, abraçar as pessoas e chorar de emoção a cada ensaio (como foi muitas vezes no ano passado e que DE FATO era muito bom). Era algo mais.... Mais... Não sei. Gente que se gosta. Gente que se adora. Tá, vai, quase uma família (quero me dar um tiro no olho esquerdo por ser tão clichê, mas que se foda).
Foi muito, muito, MUITO bom participar dessa família. Desse processo todo. E realmente foi um caminho comprido pra chegar onde chegamos.
Acho que teve MUITO a sensação de família mesmo. O Gus era o irmão do meio (que acha que é o mais velho) que queria sempre ter razão e achar lógica nas coisas. O Gabs era o irmão mais velho ainda que tentava bater o martelo e se fazer de esperto. O Agê era aquele primo quieto estranho que ao iniciar uma conversa fazia a estranheza sumir. A Pri e a Sô eram as mães (ou tias). O Renan era aquele primo que só ri de tudo. Eu era o sobrinho pentelho que não perdia uma chance de fazer qualquer piada infame. O Deco era aquele primo com um leve retardo mental mas com um coração de ouro. E, por último, o Carlos era aquele tio que ficava no canto falando "Meu Deus, estamos todos perdidos..."
Meus pequenos Azuis, Smurfs, Honeyblues, Azuliformes. Muito obrigado por tudo esse ano. Sério mesmo. Vocês são todos DO CARALHO!
Muitíssimo obrigado por terem sido essas pessoas com as quais me relacionei de forma tão diferente.
O que eu faria de novo? O que eu faria de diferente?
Tudo. E nada.
Mais um último comentário.
Carlos, apesar de saber que você acredita que o trabalho todo é conjunto e todas essas coisas, eu gostaria de agradecê-lo profundamente por absolutamente tudo. Por absolutamente tudo. Sim, o trabalho é conjunto, sim o núcleo é cada um de seus integrantes, mas sem você isso tudo teria uma cara muito diferente.
Obrigado, Carlos, por ter me aberto esse outro mundo. Realmente espero poder trabalhar mais tempo com você. Esse ano foi especial.
E é muito verdade: a palavra "obrigado" não consegue embarcar de forma alguma o que eu sinto e o que gostaria dizer.
Sem mais comentários.
Só mais um vai...
Obrigado, gente. Vocês são muito fodas.
Milhões de abraços, beijos e tapas,
Phil, o sobrinho que não pára de fazer piadas infames (e nunca parará)
Imagem de Squidoo
Link: http://www.squidoo.com/Topazgems

2 Comments:
phil eu ia responder auqi n o blog, mas ficou grande mais e acabei mandando por e-mail, o q eu não queria, mas para q os outros azuis pudessem ver tmb, depois veja, por aqui já deixo adiantado que gostei muito de estar perto de vc, de criar um devirphil, e ter compartilhados as risadas, e o processo de incêndio!
reds, o primo que só ri de tudo.
phil.
cara, me senti muito podre de não ter ido na peça. Um cuzão extremo.
Quero compensar isso de alguma forma.. da forma que voce escolher, e quando quizer.
( só não libero o borguinha )
enfim... sorry cara!
abração!
Post a Comment
<< Home